Em seu significado preciso, a sensação é um fenômeno psíquico elementar que resulta da ação de estímulos externos sobre os nossos órgãos dos sentidos. Entre o estado psicológico atual e o estímulo exterior há um fator causal e determinante ao qual designamos sensação, portanto, deve haver uma concordância entre as sensações e os estímulos que as produzem.
As sensações podem ser classificadas em três grupos principais: externas, internas e especiais. As sensações externas são aquelas que refletem as propriedades e aspectos de tudo, humanamente perceptível, que se encontra no mundo exterior. Para tal nos valemos dos órgãos dos sentidos; sensações visuais, auditivas, gustativas, olfativas e táteis. A resposta específica (sensação) de cada órgão dos sentidos aos estímulos que agem sobre eles é conseqüência da adaptação desse órgão a esse tipo determinado de estímulo.
As sensações internas refletem os movimentos de partes isoladas do nosso corpo e o estado dos órgãos internos. Ao conjunto dessas sensações se denomina sensibilidade geral. Discretos receptores sensitivos captam estímulos proprioceptivos, que indicam a posição do corpo e de suas partes, enquanto outros, que recebem estímulos denominados sinestésicos, são responsáveis pela monitorização dos movimentos, auxiliando-nos a realizar outras atividades cinéticas, segura e coordenadamente. Os receptores dessas sensações se acham localizados nos músculos, nos tendões e na superfície dos diferentes órgãos internos. Portanto, esse grupo engloba três tipos de sensações: motoras, de equilíbrio e orgânicas.
As sensações motoras nos orientam sobre os movimentos dos membros e do nosso corpo. As sensações de equilíbrio provêm da parte interna do ouvido e indicam a posição do corpo e da cabeça. As sensações orgânicas são, de fato, as proprioceptivas, e se originam nos órgãos internos: estômago, intestinos, pulmões etc. Seus receptores estão localizados na face interna desses órgãos. Outros sensores sutis são capazes de captar informações mais refinadas, tais como temperatura, excitação sexual e volume sanguíneo.
A sensação especial se manifesta sob a forma de sensibilidade para a fome, sede, fadiga, de mal-estar ou bem-estar. Essas sensações internas vagas e indiferenciadas que nos dão a sensibilidade de bem-estar, mal-estar, etc., têm o nome de sinestésica. No processo do conhecimento e do autoconhecimento objetivo as sensações ocupam o primeiro grau. São as sensações que nos relacionam com nosso próprio organismo, com o mundo exterior e com as coisas que nos rodeiam. O conhecimento do mundo exterior resulta das sensações dele captadas e quanto mais desenvolvidos forem os órgãos dos sentidos e o sistema nervoso do animal, mais delicadas e mais variadas serão as suas sensações.
O termo Sensação designa uma considerável variedade de aspectos e fenômenos psicológicos e está intimamente ligada à idéia dos Sentidos. Pensar sobre os Sentidos leva a refletir sobre a Percepção, que corresponde à utilização da sensibilidade neurofisiológica diante dos estímulos do meio-ambiente ou do próprio indivíduo. Leva a pensar também na Sensação, propriamente dita, que corresponde à apreensão dos estímulos que impressionam os órgãos dos sentidos e do funcionamento dos próprios órgãos internos. Sensação é, portanto, o efeito de uma impressão mental, quase sempre complexa, que se tem da realidade que pode ser apreendida. Esquematicamente, pode-se dizer que a Sensação tem origem num estímulo ou numa excitação, que atua sobre os receptores (retina, pele, etc.) de órgãos sensoriais, provocando a impressão; esta é levada pelos nervos sensitivos dos centros nervosos (cérebro), tendo-se, portanto a condução; e por fim se dá a sensação propriamente.
Assim sendo, as sensações passam a ser "percebidas" quando uma determinada área sensorial do cérebro (terminal nervoso) é ativada.
Em seu significado preciso, a Sensação é um fenômeno psíquico elementar que resulta da ação de estímulos externos sobre os nossos órgãos dos sentidos. Entre o estado psicológico atual e o estímulo exterior há um fator causal e determinante ao qual designamos sensação, portanto, deve haver uma concordância entre as sensações e os estímulos que as produzem.
Cada órgão sensorial dispõe de grande capacidade de "registrar", ou, para empregar o verbo mais adequado, de "sentir" determinado tipo de estímulo; para isso, o órgão está devidamente adaptado e especializado nessa determinada função. De maneira que, por exemplo, os ouvidos reagem a variações de vibrações sonoras, ao passo que os olhos reagem a intensidades ou comprimentos de ondas da luz, e assim por diante.
Como é sabida, há cinco sentidos humanos: visão, olfato, audição, gustação e tacto. Esses sentidos podem ser classificados em três tipos: extroceptores (que recebem estímulos do exterior), introceptores (que recebem estímulos do interior do corpo - a boca, a garganta, o esôfago, o estômago, os intestinos e os pulmões). E proprioceptores (que se acham em certos músculos, tendões, articulações - e, portanto no próprio corpo, daí o nome – sendo ativados por movimentos dessas partes orgânicas).
As células sensoriais podem ser consideradas em categorias diferentes, conforme as áreas da pele em que se acham e também conforme a distância entre elas e a superfície da pele. Além; desses conceitos relacionados aos sentidos, considera-se que as sensações referentes aos movimentos, às posições e a pressões sofridas pelo corpo são notadas por células sensoriais especializadas, que se acham em músculos, tendões e juntas - é o que se denomina de sistema sinestésico ou sinestesia.
As sensações podem ser classificadas em três grupos principais: externas, internas e especiais.
As Sensações Externas são aquelas que refletem as propriedades e aspectos de tudo, humanamente perceptível, que se encontra no mundo exterior. Para tal nos valemos dos órgãos dos sentidos; sensações visuais, auditivas, gustativas, olfativas e táteis. A resposta específica (sensação) de cada órgão dos sentidos aos estímulos que agem sobre eles é conseqüência da adaptação desse órgão a esse tipo determinado de estímulo.
As Sensações Internas refletem os movimentos de partes isoladas do nosso corpo e o estado dos órgãos internos. Ao conjunto dessas sensações se denomina sensibilidade geral. Discretos receptores sensitivos captam estímulos proprioceptivos, que indicam a posição do corpo e de suas partes, enquanto outros, que recebem estímulos denominados sinestésicos, são responsáveis pela monitorização dos movimentos, auxiliando-nos a realizar outras atividades cinéticas, segura e coordenadamente. Os receptores dessas sensações se acham localizados nos músculos, nos tendões e na superfície dos diferentes órgãos internos. Portanto, esse grupo engloba três tipos de sensações: motoras, de equilíbrio e orgânicas.
A Sensação Especial se manifesta sob a forma de sensibilidade para a fome, sede, fadiga, de mal-estar ou bem-estar. Essas sensações internas vagas e indiferenciadas que nos dão a sensibilidade de bem-estar, mal-estar, etc., têm o nome de sinestesia. No processo do conhecimento e do autoconhecimento objetivo as sensações ocupam o primeiro grau. São as sensações que nos relacionam com nosso próprio organismo, com o mundo exterior e com as coisas que nos rodeiam. O conhecimento do mundo exterior resulta das sensações dele captadas e quanto mais desenvolvidos forem os órgãos dos sentidos e o sistema nervoso do animal, mais delicadas e mais variadas serão as suas sensações.
Unidade dos Sentidos
Para maior eficiência dos sentidos, os vários órgãos devem funcionar integradamente. A percepção do mundo objectual não depende exclusivamente do aparelho sensorial específico, através do qual os objetos são apreendidos, isto é, não depende exclusivamente do sentido da visão, ou da audição, o do tato, etc. Geralmente não é apenas um sentido que atua na percepção dos objetos, além disso, os sentidos funcionam juntos e se completam. O gosto de uma comida depende muito do funcionamento conjunto dos receptores do sabor e do aroma. É por isso que a comida parece insípida quando nosso nariz está entupido.
Uma determinada qualidade perceptual, como, por exemplo, à grandeza, pode ser a mesma para vários sentidos. Dessa forma, um objeto pode ser visto grande, soar grande, dar a impressão de grande ao tato e, talvez, até cheirar grande. Os estímulos devem ser localizados de maneira idêntica, através dos olhos, dos ouvidos e das mãos, objetos podem ser vistos, ouvidos e sentidos em movimento simultaneamente. A tendência de integração, cooperação e concordância dos vários sentidos são tanta que, às vezes, apesar das discrepâncias na situação física real, nosso sistema sensorial "dá um jeito" para que a situação se acomode. Quando vemos uma fita de cinema, por exemplo, ouvimos as vozes como vindo diretamente dos lábios em movimento dos autores, embora, na realidade, o som provenha dos alto-falantes colocados em lugares inteiramente diferentes. Basicamente, é através da ação cooperativa dos sentidos que conseguimos um quadro consistente, útil e realista do ambiente físico que nos cerca. As impressões dos vários sentidos são, de certa maneira, combinadas ou organizadas para apresentar um quadro mais ou menos estável da realidade à nossa volta.
Se usarmos nosso melhor, tudo poderá ser bem diferente.
Nas primeiras semanas, os cinco sentidos do bebe já estão a funcionar. Ele absorve as visões, os sons, os cheiros, os sabores e todos os contactos com este maravilhoso mundo novo. Como qualquer capacidade humana, o desenvolvimento dos sentidos faz-se ao longo de toda a vida, mas é no primeiro ano que tudo começa.
Até aos três meses de idade, o seu bebe pode estar longe de andar na escola, mas a educação dos sentidos já começou. Cada minuto que está acordada, a criança está a receber visões, sons, cheiros e a sentir todo o mundo á sua volta. Embora possa demorar algum tempo até ela perceber o que toda essa informação significa, consegue, ainda assim, encontrar alegria e conforto na familiaridade das vozes, caras e sensações do dia-a-dia.
Entre os quatro e os sete meses, prepara-se para o movimento! Agora, o seu bebe já se bamboleia, tenta sentar-se, agarra os brinquedos e outros objetos interessantes e possivelmente, até já gatinha! Enquanto a maioria da sua energia durante este período é gasta no desenvolvimento das capacidades motoras, ele está também a apurar os sentidos, compreendendo e antecipando cada vez mais o que vê, ouve e sente á sua volta.
No oitavo mês é tempo de gatinhar, ficar em pé e andar! Juntamente com conquistas ao nível do sistema locomotor, o bebe continua a desenvolver a sua percepção do mundo através do que vê, ouve prova, cheira e sente á sua volta.
Não há quem não note uma pessoa perfumada, penteada, bem vestida (dentro dos estilos de cada um) desde um jeans justo até um clássico terno; desde o cheiro natural da pele até perfumes intensos, todos reconhecem o poder de um jantar à luz de velas regada com um bom vinho. Tudo isto são recursos, artifícios eróticos. A capacidade de despertar o desejo sexual através da visão do ato sexual, seja de modo indireto quando assistem um filme erótico ou compram uma revista pornográfica, ou de forma direta quando observam a seu parceiro no ato sexual, pode facilmente mobilizar a fantasia ao serviço do prazer.
Nosso objetivo é mostrar como estes recursos podem e devem ser utilizados antes, durante e depois do contato sexual, de forma saudável, pelos casais em geral. É interessante observar como a própria natureza é pródiga em recursos para o prazer e o deleite do homem. Basta lembrar que a suculenta, aromatizada e vermelha maçã é o símbolo do pecado, os aromas naturais do corpo excitado são extremamente afrodisíacos, e todos sabem quanto é contagiante o prazer e a fantasia despertadas pelos sons emitidos por quem esta transando ou fazendo amor, os gemidos, gritos e sorrisos dos amantes despertam o desejo sexual. Quem nunca observou? Observe agora.
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